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REVITALIZANDO UM CLÁSSICO DO HORROR: NOVA ADAPTAÇÃO DE IT, A COISA

A alguns dias atrás, finalmente assisti ao filme “It, A Coisa”, adaptação da obra literária de Stephen King. Um dos pontos mais chamativos no livro, na minha experiência de leitura durante a infância, é a sensação de medo que cada página, cada nova palavra, evidenciava. Ficava claro que aqueles garotos teriam vários e vários sustos, passariam por coisas desagradáveis, que Pennywise, o palhaço dançarino, entraria cada vez mais nos medos de cada um, ao ponto de levar à loucura. Medo, terror, e muito sangue envolvidos. Existe algo especial na forma como Stephen King descreve o medo, quase palpável, escorrendo pelos dedos, e o diretor Andrés Muschietti soube captar bastante conteúdo das páginas literárias. Não vou me demorar muito na história do livro (longa história, mais de 1.000 páginas na edição brasileira).

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Já na cena inicial do filme, vemos a horripilante criatura devorar o braço de uma criança sem pestanejar um segundo; a cada 27 anos sai da sua toca, os esgotos da cidade de Derry, e começa seu ciclo de mortes e desaparecimentos. Somos levados a conhecer um pouco cada integrante do “clube dos otários” e alguns dramas pessoais. O que os une é um forte senso de identificação, uma vez que sofrem constantemente com bullying na escola. A partir daí, laços únicos de amizade são criados. A trama se desenvolve da forma mais assustadora e bem humorada possível, as sacadas do filme nesse âmbito são geniais: vai do medo absoluto do que pode acontecer (e realmente acontece) até a piada mais indecente e hilária que um adolescente de 13 anos de pode nos contar.

Sabe aquele climão de filme dos anos 80? Está lá, na sua melhor forma: músicas, referências, estilo das roupas, video games, aquele ar de aventura em cada caminho escolhido, em cada porta rangente que é aberta. É apenas a 1° parte de tudo o que aconteceu. Temos um pequeno vislumbre do que é a “Coisa”, e como ela afeta toda uma cidade, como crava os dentes nos medos mais íntimos de cada um, levando caos para 7 crianças corajosas, sedentas por encontrar uma resposta do que fazer para acabar com todo o terror que os ronda, para enfrentar seus demônios pessoais e sair disso tudo vivos.

De longe, uma das melhores adaptações de King, certeza de sair da sala de cinema com os sentidos aguçados e ansiosos para a 2° parte, prevista para estrear em 2019.

Se você tem medo de palhaços, pense bem. Bastante bem; pois corre sérios riscos de ficar algumas noites sem dormir com tranquilidade.

#IT #ACOISA #ItACoisa #HORRORMOVIES #STEPHENKING

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SOBRE CRIAR QUALIDADE DE VIDA, IDEPENDENTE DA SUA SITUAÇÃO FINANCEIRA

Por Rewerton Correia, 01/12/2017, Recife.

Quando falamos em qualidade de vida, geralmente pensamos na vida que fomos criados assistindo nas propagandas de televisão, nas novelas e nos filmes. Mas vamos falar da vida real: sabemos que isso se aplica apenas ao mundo da fantasia. Sabemos bem das dificuldades diárias que temos para manter a mente sã e o corpo sempre em perfeito funcionamento. A realidade nos mostra que essa vida totalmente perfeita não existe. Calma, nada está perdido: podemos fazer acontecer essa tão falada qualidade de vida, podemos começar a analisar cada ponto em nossas vidas, e a partir daí, dar início as melhorias. Pare e pense na seguinte situação: seu trabalho atual te proporciona um bom salário, mas você tem que se deslocar vários e vários quilômetros para chegar ao local, tanto na ida quanto na volta? Gastar horas a mais no dia, seja de carro, metrô ou ônibus, pegar engarrafamentos enormes, com o trânsito cada vez mais caótico. Imagine que outra empresa da mesma área de atuação que a sua esteja contratando, mas não pague o mesmo valor aos colaboradores. A localização desta empresa é bem mais viável: em alguns poucos minutos, você consegue chegar, evita desgaste emocional durante o trajeto, e ainda sobra tempo para outras atividades. Mas lembre-se: você vai receber um salário menor. Qual seria sua decisão acerca disso? Temos aqui um belo exemplo de embate entre dinheiro versus tempo. O dinheiro conta muito, mas NÃO PAGA SEU TEMPO PERDIDO. Receber menos significa, neste caso, duas coisas principais:

  • Ter mais tempo para projetos pessoais, ao reduzir o tempo de deslocamento de forma considerável.

  • Te fazer pensar melhor sobre gestão financeira: reduzir o percentual de dinheiro que é gasto com coisas inúteis, focando no essencial.

Sabe aquele projeto pessoal que está engavetado faz anos? Que tal retirar do campo das ideias e começar a construí-lo? Acredite: A MUDANÇA DE VIDA VAI TE FAZER SONHAR MAIS. Como seres humanos, somos guiados pelos nossos sonhos, é daí que as ações surgem as belas “consequências”.  

Se você é do tipo empreendedor nato, então perfeito: o tempo utilizado dentro do seu carro ou esperando o ônibus, vai ser agora utilizado para gerir seu negócio. Três horas a menos por dia te ajudam a pensar desta forma. Ir ao trabalho usando aquela bicicleta aposentada, além de te fazer criar hábitos saudáveis, ainda te proporciona: brisa no rosto, cabelos ao vento e exercício físico em dia. Nosso tempo é nosso maior presente: a possibilidade de coisas que podemos fazer é infinita com ele. Trabalhar não é tudo na vida, gastar o dia todo exclusivamente para exercer uma atividade apenas não compensa nada. As situações desafiadoras na nossa vida tem um poder extremamente benéfico: desafie-se. Saia do conforto que está habituado. Você é um humano ou uma máquina? Não fomos criados para trabalhar, pagar contas, e morrer fazendo isso. As civilizações mais marcantes que já passaram por nosso planeta, já tinham esta consciência disso, de certa forma perdida entre arranha-céus e o cinza das cidades: viver é apreciar tudo o que pode ser oferecido pela natureza e realizado sob os céus. Trabalhe duro, mas pinte o quadro que tanto deseja a vários anos. Trabalhe duro, mas abra o seu negócio próprio também. Trabalhe duro, mas faça uma visita a um grande amigo, que você NÃO TINHA TEMPO DE VISITAR.

Conseguir ter um lifestyle digno de hoollywood é impossível. Aquilo lá é criado exclusivamente para te fazer acreditar que sua vida é ruim. Se você se basear nesse modelo criado pela mídia de como viver, está perdido.  Você é o dono de sua história, esta mais que na hora de assumir o controle. É tudo sobre ter TEMPO. Tempo de trabalhar, tempo de estudar, tempo de planejar, tempo de confraternizar com os amigos, tempo de escrever uma mensagem pra quem se ama, tempo de cozinhar, tempo de olhar as flores nascendo. Aprender a gerir o tempo é ouro neste mundo, onde as coisas estão cada vez mais dinâmicas.

Um choque de Gestão de tempo + gestão financeira resulta em novas formas de pensar. Pensar com qualidade e assertividade, pensar com a mente focada no que nos torna de fato felizes, reduzir cada vez mais o que não importa para nós mesmos. Conheço pessoas que ganham um salário mínimo, mas conseguem ter tempo de empreender nas horas vagas, e sabem exatamente, na ponta do lápis o que devem gastar, com o que gastar e quanto gastar. Conseguem ter tempo para fazer outras atividades, e é isso que complementa sua renda, de forma orgânica e natural. Acordar cedo, aproveitando seu dia ao máximo, tirando de cada segundo uma lição de como agir e pensar de forma consciente, sempre pensando no seu círculo social. Pensar nisso nos dá inúmeras vantagens: no lugar de divagar sobre as amizades que podemos ter, nas pessoas que queremos conhecer, nos faz enxergar que quem já está no seu círculo social merece uma atenção maior. Saber reconhecer que as pessoas que já estão em sua volta precisam também melhorar suas relações interpessoais, desbloqueiam novas formas de enxergar a si próprio e a sociedade em que se vive. Pensamento sempre constante e altivo nas formas mais incríveis de se adaptar ao meio em que está alocado, e a partir daí, usufruir da melhor qualidade de vida que VOCÊ pode criar. Sua realidade é você quem cria.

O PODER DO COMPARTILHAMENTO NA SOCIEDADE MODERNA

Compartilhar e demonstrar conteúdo relevante para seus pares é intrínseco para o ser humano. A era da informação e os avanços do mundo digital nos proporcionaram melhorias significativas nos meios de comunicação. O conceito de vivenciar o mundo e compartilhar esta experiência se tornou algo bastante valorizado e agradável de ser feito. Guardar conteúdo a sete chaves não faz mais sentido; dividir e agregar nos dá enormes doses de energia diária.

Não sabemos em que estágio de nossa evolução como espécie, começamos a evitar o compartilhamento de informações. Existe a ilusão de que, ao evitar que outras pessoas tenham conhecimento de um determinado conteúdo, estão protegendo seu conhecimento acerca de algo específico. Ledo engano, ao compartilhar, existem inúmeros benefícios: criar relacionamento, debater ideias, ajudar na construção de pensamentos. Ao que parece, nossos instintos mais primitivos de sobrevivência entram em ação quando decidimos nos fechar em nós mesmos, mecanismos inconscientes de sair ileso das ameaças. Acontece que essas ameaças são ilusões da mente.

A internet como Tribo Universal

Com o advento da internet, começamos, aos poucos, a criar novas concepções de enxergar o mundo que nos rodeia. Uma das palavras de ordem é conectar. Conceito aparentemente simples, porém de grande impacto na vida de quem sabe do poder desta ferramenta.  Podemos nos conectar com pessoas que tem o mesmo gosto musical, com ideias, com sonhos em comum. O conceito de tribo foi revitalizado, de certa forma estamos voltando às origens, digamos assim, da espécie, quando criamos vínculos com pessoas de países diferentes, mas que pensam de forma igual; quando nos evidenciamos por uma determinada forma de pensar e disseminar informações. Acredito fielmente que estamos vivenciando uma das eras mais importantes de nossa história no planeta terra. Caso saibamos em que terreno estamos pisando exatamente, e quais os impactos dessas mudanças em nossas vidas reais, teremos também mudanças no comportamento como espécie. As tribos voltaram, com o peso e a ajuda de redes cada vez mais rápidas. Não precisamos estar no mesmo ambiente físico. Precisamos apenas de nossas mentes conectadas para desenvolver os propósitos de nosso interesse, sempre com o pensamento no que podemos aprender, durante o processo.

Decidindo Compartilhar suas Impressões de Mundo

Quando alguém posta uma foto no instagram ou facebook de algo realmente muito saboroso que esta comendo no momento, o que temos acontecendo em tempo real se chama de compartilhamento de impressões de mundo. Pra alguns, uma simples foto; pra outros, as impressões, as sensações que tal comida leva para a pessoa que esta postando. Cores, sabores, cheiros característicos, emoções. Tudo o que nos torna humanos, tudo o que nos define como o animal racional, levando para este ângulo. Não é uma simples foto: é o desejo de ser visto como ser social. A roupa que vestimos, os lugares que visitamos, as palavras que fazem parte do nosso vocabulário diário. Tudo isso faz parte do conjunto de informações que queremos demonstrar ao mundo que fazem parte de nossa personalidade.



O Ser Social

O animal mais racional e irracional que conhecemos mora dentro de todos nós: quem nunca se deixou levar pelos desejos mais fúteis e compulsivos no ato de comprar, por exemplo? O Ser Social fala mais alto nessas horas. E é exatamente este ser social que vem a tona quando decidimos usar o compartilhamento; existe uma identificação enorme da pessoa que esta a frente do conteúdo com o que esta sendo compartilhado. No ato de postar uma música de Heavy Metal da sua banda favorita em seu mural do facebook, existe uma espécie de grito implícito: identifico-me com essa ideia! Identifico-me com esse som, faço parte dessa tribo. Eu pertenço a isso. Nascemos “crus”, sem nada que nos defina de imediato, a não ser nosso código genético. Nossas experiências na infância e adolescência que vão ditando, conforme o tempo passa, quais características vão aparecer, quais características vão ganhar forma e força em nosso intelecto. Nossa mente vai acumulando tudo isso; músicas que escutamos na mais tenra infância, na infância de nosso infinito mental; os filmes que assistimos e que nos marcam; as pessoas que conhecemos na primeira escola que estudamos, a educação que recebemos em casa, com os nossos pais.  Anteriormente a era da informação, da era digital, o compartilhamento acontecia, sempre aconteceu. Os meios que eram  menos expansivos, menos acessíveis. No ato de emprestar uma fita VHS a um amigo, contendo o último lançamento do mundo cinematográfico, o compartilhamento já estava presente. Os meios evoluíram, e com essa evolução, tomou proporções estratosféricas. Vivemos em um mundo que é ávido por consumo, consumo especializado e com novos ideais incutidos.

Compartilhar é ser humano na sua melhor forma

Há um ditado que diz o seguinte: felicidade compartilhada é felicidade redobrada. Bem verdade! O conceito de compartilhar algo se relaciona diretamente com TRANSBORDAR. Quem transborda, disponibiliza parte de sua energia e distribui sem risco que falte. Seja no seu local de trabalho, casa, grupo de amigos, a atitude de ser uma pessoa que soma no círculo social, que agrega valor a si próprio e aos demais, é glorificável, benéfico para todos os envolvidos, atitude altruísta para a sociedade. Claro, existem níveis de compartilhamento, que classifico em três formas distintas:

  • Nível Imediato: Quando surge o desejo de mostrar ao mundo o que esta sendo feito pelo indivíduo em seu âmbito social. Fotos em redes sociais e blogs se encaixam nesse aspecto, compartilhamento de conteúdo sem impacto direto na vida dos expectadores.

  • Nível Social: Os impactos do que decide ser exposto e desenvolvido começa a surtir efeito nas pessoas ao redor, de forma clara. Acredito que para atingir este patamar, a informação tem que ser de extrema relevância para a sociedade, e tem o poder de instigar os receptores a pensar diferente, a lança novas formas de pensar e agir.

  • Nível Transformador: Temos aqui o conceito de dividir informações em sua forma mais bonita. Pode-se chegar a este resultado, talvez, com a soma das outras duas formas, mas não se torna uma regra. Mas de fato, passa pelo nível social, pois o impacto acontece e influencia as pessoas, com uma grande diferença: incentiva não só a pensar “fora da caixa”, mas também a entrar no jogo, a fazer valer estar vivo e fazer valer cada momento neste planeta. Quem chega nesse nível, tem muito a escutar, mas também muito a ensinar. Ensina por vontade própria, faz o debate ter vida, sabe que, como seres humanos, nosso tempo é finito e fechar-se em sua própria mente não leva a extremamente nada! Deixam sua marca no mundo.


    Que tal colocarmos em prática, em pequenas ações do dia, esses conceitos? O tempo de multiplicar é agora. Deixemos de lado pensamentos pequenos, incutidos em nossas mentes através de séculos a fio. Façamos valer a era em que vivemos, era da informação viva!

    Recife, 17/11/2017, Por Rewerton Correia